Enquanto isso, motoristas correm risco para trafegar pela via; o DNIT fez serviços paliativos na via, mas não resolveu o problema
É um sufoco para circular pela BR-101 entre o bairro da Iputinga e a Ceasa. Na última sexta-feira (20), dois caminhões quebraram por causa da buraqueira e provocaram um grande engarrafamento. Três dias depois, pouca coisa mudou no local.
O único sinal de que os operários do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) passaram pela rodovia é a ausência dos buracos na altura da Cidade Universitária, que foram tapados nos dois sentidos da BR. Fora isso, a situação continua precária. Antes de subir o viaduto da avenida Caxangá, quem usa a faixa da direita se arrisca. Em cima dele, o desafio é para se manter em linha reta.
Os motoristas reconhecem. “Tem menos buracos. Está menos difícil andar”. Mas não se iludem quanto à durabilidade do serviço. “Qualquer chuvinha que dê, ser estraga novamente”, reclamou outro condutor.
O DNIT reconhece que a operação tapa-buracos realizada na BR-101 não é definitiva. De acordo com o Departamento, falta pouco para a conclusão do projeto de recapeamento da rodovia. A abertura do processo de licitação dessa obra está prevista para o começo do próximo semestre.
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[ fontes: http://pe360graus.globo.com/]

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